quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Adaptação

A partir da próxima semana eu volto a estudar. Meu coração já está apertado de ansiedade. Não pelo retorno ao mundo acadêmico, mas pelas poucas horas que vou ter que ficar longe da minha Brisinha.

Minha mãe virá aqui pra casa de segunda à sexta ficar com a Helena no período da tarde.

Quanto a relação das duas estou tranquila, elas se adoram.

Sempre que precisei sair por algumas horas e não dava para levar a Helena, ela veio aqui pra casa. E sempre que eu voltava encontrava Helena feliz da vida com alguma engenhoca nova que a minha mãe tinha inventado para ela brincar enquanto eu não chegava para dar o peito. Fora o que as duas batem de perna na pracinha...

Agora, mais do que nunca, eu entendo o período de adaptação nas escolas. Ele foi feito mais para os pais do que para as crianças, porque essas rapidinho se entrosam. Nós é que ficamos tristes de ter que nos privar da companhia dos filhos por algumas horas.



D. Rejane, minha mãe, com a Helena aqui em casa no Natal.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Ôoooo Shin ju shi.

Nem sei se é assim que escreve, mas você também não está na torcida para o Jin não ter morrido na explosão do cargueiro?

Quem adora Lost, põe o dedo no mouse!

E corre pra baixar o último episódio.

Ah gente, ele é um personagem super do bem, mais até que a Sun. E eles até fizeram uma filhinha na ilha. O cara não pode morrer assim, do nada...

Seria maldade demais, se bem que eles mataram o Mr. Eco, que na minha opinião foi uns dos personagens com a história mais fascinante.

E o Jack é o maior mela-cueca, podia matar o jack... huahuahua.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Preguiça total.

Não sei se foi a tpm ou a necessidade do ócio criativo, mas foi um tempo necessário pra eu poder pensar sobre tudo o que tem acontecido na minha vida nesses últimos anos.
É, às vezes me dá essa vontade de ficar quietinha no meu canto. Sem muitas palavras, escrita, ou lida, somente pensamentos.
Mas aos pouquinhos vou voltando a esse planeta. Me deixando ser invadida pela realidade, que também é muito bonita. Afinal, tudo depende da maneira que escolhemos para enxergá-la, certo?
A conclusão que eu cheguei foi que não importa como o outro nos vê, ou o que ele sente por nós, mas como nós o enxergamos, o que sentimos por ele. Cabe a mim amá-lo e respeitá-lo, porque isso me parece o certo a ser feito. Eu só posso ser responsável pelas minhas escolhas, pelos meus pensamentos e por minhas atitudes.
E se um dia eu me surprender, estarei com a consciência tranquila, porque fiz a minha parte.