sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Gatos

Antes da Helena nascer eu já tinha dois filhos...

Eles são peludos, exigentes, carinhosos, arteiros e muito, muito amados por todos daqui de casa.

São irmãos por incrível que pareça. Adotaram a Helena e se sentem responsáveis por ela, me avisam quando ela acorda e se esfregam nela quando a pequena começa a chorar, como se dissessem:- Não chora não, vou te fazer um carinho.

Seus nomes são Macaxeira (o macho) e Mia Paçoquita (a fêmea). Yes, nós gostamos de nomes engraçadinhos, rs.

Outro dia o Macaxeira fugiu e ficou quatro horas desaparecido, eu quase enfartei... não sei mais viver sem ele.

Acho que gatos podiam ser como tartarugas e viver duzentos anos. Pena que se muito vivem são vinte, mas eu nem quero pensar nisso...

Vi o post de uma moça sobre seu novo gato e me dei conta de que nunca tinha escrito sobre os meus. E eles são tão importantes na minha vida. São grandes companheiros.



Mia (olhos azuis) e Macaxeira (olhos verdes).

sábado, 8 de novembro de 2008

Amor Materno


Amor Materno é o nome dessa escultura.

Ela fica lá Jardim Botânico de Curitiba e é linda.

Qual a mãe que não se emociona vendo algo assim?

Curitiba.


Na última semana fomos à Curitiba. O Sérgio teve congresso e nos levou junto com ele.

Não passeamos juntos porque ele passava o dia todo ocupado, porém eu e Helena aproveitamos para conhecer a cidade e fazer novas amizades.

Foram só três dias, mas deu para passar por todos os pontos turísticos. Como? Cidade organizada é outra história... lá tem uma linha de ônibus que passa em todos os pontos turísticos. Você paga R$ 16,00 e tem direito a descer em quatro paradas. Como o ônibus passa a cada meia-hora é só pegar o próximo. E lá fomos eu e Helena num típico dia nublado de Curitiba fazer o nosso passeio.

E os lugares prediletos foram: Parque Tanguá, Jardim botânico e Ópera de Arame (vide foto).

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Fotos atrasadas.

O antes



E o depois



Finalmente baixei as fotos. Estavam na máquina há seculos...

Melhor eu colocar antes que as madeixas estejam compridas de novo.

Eu, corujíssima, acho ela linda de qualquer jeito. Mas que estava precisando dar uma ajeitada tava mesmo.

P.S: Um agradecimento especial à Titê (minha querida Tia Weruska) que com muito carinho e delicadeza cortou os cachinhos da Brisa.